|
|
|

20/6/2006
Terceirização do e-commerce é solução para pequenas e médias
empresas
This press release is available only in Portuguese language
Eduardo Favaretto, especialista em TI e Internet,
fala da combinação entre o e-commerce e a terceirização. Como as
duas estratégias de negócios, se utilizadas em conjunto e com
competência, trazem vantagens às corporações.
A Segundo informações da Câmara de Comércio Eletrônico, o e-commerce
movimentará R$ 3,9 bilhões em 2006, contra R$ 2,5 bilhões
movimentados em 2005. Para Eduardo Favaretto, especialista em
Tecnologia da Informação e Internet, isso é apenas o começo. “O
e-commerce no Brasil ainda tem muito espaço para crescer, mas os
empresários devem ficar alerta para os quesitos: investimentos
diretos e indiretos, foco no negócio, eficiência no resultado e
inovação na divulgação”, afirma.
Eduardo Favaretto, que atua no mercado há cerca de 20 anos, é
diretor do iBUSCAS, gestor de aplicativos e recursos on-line,
via Web. Em sua análise o comércio eletrônico já não é mais
tendência mercadológica. Para ele, “o e-commerce já está consolidado
no panorama mundial e aderir a ele é questão de sobrevivência para
as organizações”, diz. “Agora, o essencial é a percepção da melhor
forma de implantá-lo, sem que traga traumas à organização ou ao
atendimento de cada cliente”, acredita.
Para entrar no mundo on-line, as corporações fazem investimentos em
equipamentos, instalações de redes, softwares, deslocamento de
mão-de-obra e atualização constante de pessoal, o que implica em um
aumento vertiginoso no orçamento. Segundo Favaretto, este e outros
fatores fazem com que o e-commerce nem sempre seja viável para
empresas de pequeno e médio porte. “Neste caso, a melhor saída para
quem quer se manter no mercado e sem gastos onerosos com a estrutura
do dia-a-dia do e-commerce é a terceirização”, indica Favaretto.
Para atender esse nicho de mercado Favaretto desenvolveu a
ferramenta iBUSCAS E-commerce que permite que qualquer
organização terceirize todo o processo de administração de seus
negócios on-line, preocupando-se apenas com seu foco principal: “no
caso de produtos, a disponibilidade e prontidão da entrega; no caso
dos serviços, a presteza e qualidade no atendimento”.
Todo o fluxo de pedidos, recebimento dos pagamentos e logística é
feita pelo iBUSCAS. O faturamento on-line, garante Favaretto,
pode chegar até 20% do resultado total mensal que a organização já
fatura com sua estrutura tradicional, já nos primeiros 60 a 90 dias
posteriores à implantação e uso da ferramenta eletrônica. 
“A chance de melhor obtenção de resultados nas vendas no mercado
virtual, é diretamente proporcional ao tempo que a empresa já tenha
se consolidado no mercado real”, complementa o especialista.
A solução do e-commerce pode ficar no próprio site da
empresa, vinculada aos servidores do iBUSCAS. A ferramenta realiza a
administração de todos os procedimentos de uma loja virtual para
serviços ou produtos, independentemente do ramo de atividade. O
iBUSCAS assume os custos de implantação, customização e manutenção.
A corporação paga apenas o licenciamento de uso da ferramenta e um
percentual de remuneração baseado no resultado das vendas on-line.
Para Eduardo Favaretto, à corporação resta apenas trabalhar a
divulgação desta nova modalidade de atuação junto aos seus clientes,
colaboradores e segmentos relacionados. A médio e longo prazo a
fidelização destes nichos trará melhores resultados às vendas
virtuais. O iBUSCAS também poderá ajudar na realização desta tarefa
por meio do envio de newsletters eletrônicas periódicas e criação de
estratégia de marketing em mecanismos de buscas.
|
|
|