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22/6/2007
Web 3.0 ensina computador a pensar, diz especialista
This press release is available only in Portuguese language
União das tecnologias
existentes e a capacidade semântica (de significação) prometem
tornar os sistemas de busca mais eficientes, intuitivos e precisos.
Com
certeza, os serviços de busca serão um dos maiores favorecidos pela
terceira geração da internet e suas inúmeras possibilidades. Embora
ainda em fase de pesquisa e experimentações, espera-se, da
denominada Web 3.0, um melhor atendimento aos anseios dos usuários
conforme suas preferências.
Segundo Eduardo Favaretto, fundador do iBUSCAS e
especialista em Tecnologia da Informação e Internet, a Web 3.0 prevê
a criação de um outro nível de busca da informação, oferecendo
resultados customizados de acordo com a necessidade real do usuário.
De acordo com Favaretto, a concretização da Web 3.0 será resultado
da junção da experiência e conhecimentos adquiridos por meio da Web
2.0 com a tecnologia semântica (significativa) que, embora pareça
novidade, é discutida há anos por Tim Berners-Lee, britânico
responsável pela criação da world wide web.
De maneira dedutiva, a Web 3.0 irá atribuir significados claros e
mais específicos aos conteúdos das páginas, interpretando e
contextualizando dados. É a tentativa de inverter a solução de como
melhorar o acesso a grandes volumes de informações: a máquina fará o
papel do homem e não o homem o da máquina.
Eduardo explica: “se hoje você usa as opções de busca avançada para
refinar o resultado de uma busca, os melhores resultados são obtidos
graças a seu esforço humano de discernir o uso das palavras-chave
corretas e de vasculhar o resultado final apresentado. A próxima
geração de buscadores pensará por você, pois, os dados e as
informações já estarão construídos e amparados por categorias, numa
linguagem que faça sentido para a máquina - o princípio será:
incluir informação sobre a informação", afirma o especialista.
Além da inteligência artificial, os melhores serviços de busca
também contarão com o auxílio direto de humanos, via chat on-line,
em tempo real, como já é feito pelos buscadores ChaCha (www.chacha.com)
e Mahalo (www.mahalo.com).
"Pessoalmente acredito muito neste foco para os próximos passos dos
futuros mecanismos de buscas. Ao invés apenas de algoritmos,
ocorrerá a inclusão de conhecimento humano ajudando a máquina a
pensar, com a sugestão de bons e relevantes links", prevê o
especialista.
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